Qual desafio da sua peça metálica precisa de uma resposta analítica?
Da composição química à análise de falhas, a Tennessine integra técnicas para caracterização, controle de processo e confiabilidade — da matéria-prima à peça crítica.
A ciência por trás de cada peça metálica.
Explorar soluções por desafio
A performance da peça depende de variáveis invisíveis a olho nu.
A indústria metal mecânica reúne siderurgia, fundição, forjaria, laminação, trefilaria, usinagem, soldagem e montagem — transformando matéria-prima em componentes estruturais, automotivos, aeroespaciais e industriais.
Diferente de setores de consumo, aqui essas variáveis afetam diretamente segurança estrutural, vida útil de componentes críticos e rastreabilidade. Uma liga fora de especificação ou uma solda com descontinuidades pode comprometer um eixo automotivo, uma estrutura aeronáutica ou um vaso de pressão.
Composição
Elementos de liga e traços residuais que determinam propriedades mecânicas, resistência à corrosão e soldabilidade.
Microestrutura
Fases cristalinas, martensita, austenita retida, carbonetos e precipitados — reflexos do processamento térmico.
Tensão Residual
Tensões internas geradas por usinagem, soldagem, conformação ou tratamento térmico. Prenúncio de fadiga.
O que não se vê também importa
Dez desafios analíticos que decidem se um componente vai cumprir sua função ou falhar em serviço.
Identificação de ligas
Matéria-prima e sucata conforme especificação.
XRF ou LIBS portátil para identificação em campo; OES por centelhamento para confirmação quantitativa em laboratório.
XRF Portátil
Identidade em segundos
- Niton XL2 Plus
- Niton XL5 Plus
A ciência por trás de cada peça metálica
Catálogo técnico de aplicações para caracterização, controle de processo e confiabilidade na indústria metal mecânica.
- páginas
- 18
- páginas
- desafios
- 10
- desafios
- etapas
- 8
- etapas

Da matéria-prima à peça crítica
Oito etapas onde a análise correta impede um problema que só apareceria em serviço.

Recebimento de matéria-prima
XRF portátil e LIBS para triagem de sucata e identificação de ligas antes da entrada no processo.
Decifrando o metal
As técnicas analíticas que revelam o invisível — do chão de fábrica ao laboratório de P&D.
01 / 13Espectrometria OES
O que é — Excita atomicamente a superfície de uma amostra metálica por descarga elétrica controlada, gerando espectro cuja intensidade indica a concentração de cada elemento.
Onde é aplicada — Aciaria e fundição, para controle do banho antes do vazamento, e no recebimento de matéria-prima. Referência para análise elementar quantitativa de metais e ligas em produção.
- ARL iSpark PMT Metal Analyzer
- ARL easySpark Metal Analyzer
- Software OXSAS
Do desafio à solução: guia rápido de aplicações
Cruze o desafio industrial com a técnica recomendada e o produto Tennessine correspondente.
16 soluções encontradas.
Juntas, as técnicas contam a história completa
Nenhuma técnica isolada responde a todas as perguntas. Investigações completas integram composição, estrutura cristalina, propriedades mecânicas, microestrutura, defeitos internos e comportamento superficial. OES e XRF, DRX, dureza, MEV/EDS, tomografia e tribologia oferecem camadas complementares de informação.

Portfólio integrado, suporte técnico local.
A confiabilidade de um componente metálico depende de decisões tomadas antes de sua entrada em operação. A Tennessine coloca à disposição da indústria metal mecânica brasileira e latino-americana um portfólio integrado, com conhecimento aplicado e representação dos principais fabricantes de instrumentação analítica do mundo.







Perguntas sobre análise de metais
Respostas rápidas para as dúvidas mais frequentes de laboratórios e engenharia de processo.
Qual técnica usar para identificar ligas metálicas?
XRF e LIBS portáteis apoiam a identificação de ligas em campo. OES por centelhamento permite confirmação quantitativa em laboratório. A escolha depende dos elementos de interesse, da precisão necessária e da preparação da amostra.
Como medir tensão residual sem destruir a peça?
A difração de raios X permite avaliar tensão residual na região analisada sem seccionar a peça. A geometria, o material, o acesso à superfície e o método definem se um sistema de bancada ou portátil é mais adequado. Preparações específicas podem ser necessárias.
Qual a diferença entre XRF e LIBS para PMI?
XRF utiliza raios X para obter informação elementar; LIBS utiliza um laser que gera plasma na superfície. Para PMI, a escolha depende da liga e dos elementos necessários: a análise de carbono pode exigir LIBS compatível, enquanto XRF portátil é amplamente utilizado na triagem de ligas. LIBS produz uma pequena marca local.
Como investigar falhas em componentes metálicos?
A investigação começa pelo histórico de serviço e pela definição de hipóteses. Composição, fases cristalinas, dureza, microestrutura, defeitos internos e desgaste podem ser investigados combinando OES/XRF, DRX, dureza, MEV/EDS, tomografia e tribologia. Nenhuma técnica isolada responde a todas as perguntas.
Como avaliar desgaste e corrosão de revestimentos?
Tribologia avalia atrito e desgaste, perfilometria óptica 3D caracteriza a topografia e eletroquímica investiga o comportamento corrosivo. MEV/EDS complementa a avaliação da microestrutura e da composição localizada. As condições de ensaio devem representar a aplicação do revestimento.
Fale com um especialista técnico
Descreva o desafio analítico do seu processo ou laboratório. Um engenheiro de aplicação da Tennessine responde com a técnica e o equipamento adequados.
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